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A diferença absurda da justiça: Uma para Vaccari(PT) e outra para o primo e irmã de Aécio (PSDB)

João Vaccari Neto foi condenado pelo juiz Sergio Moro a mais de 15 anos de prisão (após ficar 2 anos e 2 meses preso), mas foi absolvido após recorrer da decisão.  Enquanto isso, a primeira turma do STF, um mês depois da prisão, garantiu a liberdade de primo e irmã de Aécio, mesmo com provas robustas de corrupção.

A 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), com sede em Porto Alegre (RS), absolveu o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, que havia sido condenado pelo juiz Sergio Moro a 15 anos e quatro meses de prisão por lavagem de dinheiro, associação criminosa e corrupção.

A decisão no processo contra Vaccari foi tomada por dois dos três juízes que compõem a corte gaúcha, Leandro Paulsen e Victor Luiz dos Santos Laus. O relator João Pedro Gebran Neto pediu a condenação de Vaccari.

Em nota, o advogado Luiz Flávio Borges D’Urso, que representa Vaccari, afirmou que “a Justiça foi realizada, porquanto a acusação e a sentença basearam-se, exclusivamente, em palavra de delator, sem que houvesse nos autos qualquer prova que pudesse corroborar tal delação”.

STF solta irmã, primo e adia julgamento de Aécio.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio decidiu adiar o julgamento sobre o pedido de prisão preventiva feito pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG).

A decisão foi tomada pelo ministro, que é relator do processo, para decidir primeiro sobre um recurso protocolado nesta manhã pela defesa de Aécio Neves, que pretende ser julgado pelo plenário da Corte. Ainda não há data para a retomada do julgamento.

Na mesma sessão, a Primeira Turma do STF decidiu pela soltura do irmã, Andrea Neves, e do primo de Aécio, Frederico Pacheco. Os dois são investigados no Supremo a partir das delações da JBS. Com a decisão, ambos passam a cumprir prisão domiciliar.

A decisão foi tomada após o colegiado também determinar a libertação de Mendherson Souza Lima, ex-assessor do senador Zezé Perrella (PMDB-MG), acusado de intermediar o recebimento de propina enviada pelo empresário Joesley Batista, da JBS.

Mantendo o mesmo entendimento do julgamento anterior, a maioria dos ministros entendeu que a prisão dos acusados pode ser substituída por medidas cautelares, como entrega de passaporte e recolhimento domiciliar.
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