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Mãe que matou filho e escondeu o corpo no sofá é condenada a 22 anos de prisão

A mulher acusada de matar o próprio filho, de apenas dois anos de idade, e esconder o corpo dentro de um sofá na casa dos tios foi condenada a 22 anos de prisão, sendo 20 por homicídio qualificado e dois anos pela ocultação de cadáver, segundo o Tribunal de Justiça de Minas Gerais.

O julgamento realizado no Câmara Municipal de Ibirité, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, começou por voltas das 8h30 dessa terça-feira (27) e terminou mais de 16 horas depois, por volta das 0h, quando a juiza Daniela Cunha Pereira anunciou a sentença, mantendo a condenação anterior de 2015. Na época, o júri foi anulado, porque a defesa entrou com recurso, alegando insanidade mental da mãe.

Ainda de acordo com a sentença, caso a defesa de Marília Cristiane Gomes, de 21 anos, a mãe da criança, recorra da decisão, ela não terá o direito de aguardar em liberdade. A condenada está presa no Complexo Penitenciário Feminino Estevão Pinto, no bairro Horto, na Região Leste de Belo Horizonte.

Relembre

O crime ocorreu em julho de 2014, em Ibirité, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Marília Cristiane Gomes morava como o marido Cláudio Ribeiro Sobral, de 31 anos. Segundo a Polícia Civil, ela chegou a registrar um boletim de ocorrência relatando o desaparecimento do menino e foi até a Delegacia de Desaparecidos da capital para pregar cartazes com a foto da criança.

Os tios do menino, vizinhos do casal, estavam em viagem ao Norte de Minas quando souberam do desaparecimento de Kevin. E somente quando eles voltaram, quase uma semana depois do ocorrido, é que o corpo foi encontrado na casa deles, dentro do sofá. Foi quando a mãe acabou confessando o crime.

Em depoimento, Marília disse à polícia que estava em casa, lavando roupas quando o garoto tentou usar o celular dela, que teria tirado o aparelho das mãos de Kevin, mas, segundo ela, a criança teria revidado lhe dando alguns tapas. Irritada, após repreender o menino, Marília teria pegado o garoto pelos braços e o jogado na cama.

Foi neste momento que a criança teria batido com a cabeça na parede. Ela alegou ainda que Kevin ficou com a boca roxa e uma secreção esbranquiçada começou a sair da boca dele. Assustada, ela enrolou o seu filho em um lençol o levou para a casa dos tios, colocando-o dentro do sofá, segundo a confissão.
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