Eleições 2014

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Urbano, o herói manguense, em ação

sábado, 25 de outubro de 2014

Porque o voto em Dilma

Para além das questões partidárias ou qualquer outra de foro privado, a decisão em votar em Dilma (PT) remete ao que se deseja para o Brasil. Um breve olhar pela história indica que nunca antes, nestes cerca de 500 anos da sociedade brasileira, a população experimentou processos tão significativos de desenvolvimento econômico e distribuição de riqueza. Nos últimos doze anos, especificamente, ainda que de forma incipiente, começamos a vivenciar aquilo que os países de economia de desenvolvida já realizam há décadas: o fomento, proporcionado por políticas públicas de governo ou de Estado, ao desenvolvimento econômico vinculado aos interesses sociais permite que o país cresça, nos mais diferentes setores, como nunca antes.

Dilma no último debate: "Veja faz calúnia e o sr. endossa a pergunta"

O debate da Globo tem características diferentes dos de outras TVs e portais. Ele conta com a presença dos chamados indecisos. Esses eleitores fazem perguntas mais programáticas, mas ao mesmo tempo quebram um pouco o ritmo do enfrentamento entre os candidatos. Até por isso, o debate da Globo foi menos eletrizante que os anteriores. E isso favoreceu a presidenta Dilma.

O primeiro bloco foi o mais quente. Como já era esperado, Aécio Neves foi pra cima de Dilma usando a capa da Veja logo de cara. Dilma se saiu de forma tranquila, mas muito firme. Disse que vai processar a revista e deixou meio claro que se tratava de uma tentativa de golpe eleitoral.

Dois projetos para o Brasil. Veja as diferenças entre Dilma e Aécio

Nesse importante e decisivo momento para a democracia brasileira, o Brasil Debate reafirma seu apoio à presidenta Dilma, como já havia feito às vésperas da disputa do 1o turno.

Nesse editorial, tratamos da diferença entre as candidaturas de Dilma e Aécio e de dois projetos políticos antagônicos, fundamentados em duas visões diferentes da participação do Estado na sociedade, da distribuição de renda, do desenvolvimento econômico e da inserção soberana na economia global.

Nossa interpretação é que a eleição de Aécio representa um retrocesso social, a restauração de um padrão de crescimento concentrador de renda e de uma forma de regulação da economia que favorece grandes grupos econômicos, em particular os grupos financeiros.

Por outro lado, Dilma representa a continuidade dos avanços sociais e o aprofundamento das mudanças, muitas delas inadiáveis, como a reforma política.

Cadê a crise? Desemprego tem a menor taxa para setembro desde 2002, mostra IBGE

Além da redução no número de desempregados, a pesquisa do IBGE divulgada nesta quinta-feira (23) mostrou aumento na renda média dos brasileiros, que chegou a R$ 2.055,50

Em setembro, a taxa de desemprego caiu para 4,9% no conjunto das regiões metropolitanas de Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre, depois de marcar 5% em agosto. Este é o menor índice para meses de setembro desde o início da série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2002. No mesmo mês do ano passado, o desemprego ficou em 5,4%.

Paródias de capas da Veja com “denúncias” explodem na internet

Com uma nova edição às vésperas da eleição recheada de novas “denúncias” do doleiro Alberto Youssef, a Veja tornou-se piada na internet. Uma conta colaborativa no Tumblr chamada ’Desespero da Veja’ está reunindo diversas capas montadas por internautas.

Em todas elas o PT, ou mais exatamente Dilma e Lula, têm culpa em eventos marcantes na história da humanidade. A hashtag #DesesperodaVeja chegou a figurar entre os assuntos mais comentados do mundo no Twitter.

Dilma abre 18 pontos de vantagem no Rio de Janeiro

Após o Datafolha mostrar pela primeira vez a presidente Dilma Rousseff (PT) à frente de Aécio Neves (PSDB) além da margem de erro, o instituto apresentou nesta sexta-feira (24) os dados divididos por Estado e no terceiro maior colégio eleitoral, o Rio de Janeiro, a petista tem agora 18 pontos de vantagem, vencendo com 59% das intenções contra 41%.

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Quem desconstruiu implacavelmente Aécio foi o próprio Aécio

Ninguém a quem culpar senão ele próprio.

Uma das palavras da moda nestas eleições é “descontrução”.

Ela tem sido usada pelos colunistas VPs, em tom de pretensa indignação, para definir o que o PT teria feito com Marina, no primeiro turno, e Aécio, no segundo.

Ah, sim: entenda, por VPs, as Vozes dos Patrões.

Marina é história. Tratemos da “desconstrução” de Aécio.

Desconstruir implica torcer fatos, manipular informações, inventar coisas que prejudiquem determinada pessoa.

Datafolha e Ibope: Dilma dispara sobre Aécio

Pesquisas que acabam de ser divulgadas pelos maiores institutos apontam candidata do PT à reeleição à frente do postulante do PSDB além da margem de erro pela primeira vez no segundo turno; na Datafolha, Dilma Rousseff marca 53% dos votos válidos, contra 47% para Aécio Neves, uma vantagem de seis pontos; Ibope tem placar de 54% a 46%, diferença de oito pontos; PT avança na reta final e desestabiliza tucanos.

O El País foi a Minas investigar o legado de Aécio na educação

Publicado no El País. Da ilha de concreto que separa a rua Amazonas em duas, na praça Sete de Setembro, em Belo Horizonte, um carro de som gritava um batidão eleitoral pró-Aécio quando centenas de militantes petistas e professores da rede pública, sacudindo bandeiras de Dilma Rousseff, se aproximaram e tomaram o obelisco, do lado oposto. Sob os olhares apreensivos de uma dezena de policiais armados com cassetetes, começou uma batalha musical. “Olê, Olê, Olê, Olá, Dilmá, Dilmá”

O clima ficou tenso e acabou em bate-boca. Cada grupo reivindicava o direito pelo marco histórico belo-horizontino. Até que, em menor número, os do azul-amarelo tucano, contratados para hastear a bandeira do candidato Aécio Neves a 30 reais ao dia (ou 900 reais ao mês), tiraram o carro de campo. A praça Sete era dos petistas.

Datafolha: Dilma avança em todas as classes sociais

Em análise, Mauro Paulino, diretor-geral do instituto de pesquisa, afirma que, se no primeiro momento, o segmento intermediário da classe média foi o responsável por desequilibrar a disputa a favor da presidente, sua liderança atual reflete o crescimento das intenções de voto tanto nos estratos mais ricos quanto nos mais pobres; ao mesmo tempo, diz que participação do tucano Aécio Neves nas classes mais altas, de onde extrai a maior parte de seus votos válidos, caiu significativamente.

Diante da guinada da presidente Dilma Rousseff, que abriu nesta quinta-feira seis pontos de vantagem sobre o tucano Aécio Neves, Mauro Paulinho, diretor geral do Datafolha, e Alessandro Janoni, diretor de pesquisas, constatam que a candidata à reeleição avançou em todas as classes sociais.

Os médicos brasileiros serão lembrados por seu papel nestas eleições

Toda generalização é perigosa, inclusive essa, mas se houve uma categoria que surpreendeu nessas eleições é a dos médicos. Não necessariamente pelas melhores razões.

Desde a gritaria xenófoba com os cubanos do programa Mais Médicos até as recentes manifestações de ódio aos nordestinos — uma senhora sugeriu um holocausto na região –, eles foram responsáveis, em sua grande maioria, por um vale de lágrimas.

O corporativismo deu as caras de um jeito feio, sujo e malvado. No domingo passado, desembocou no apoio da Associação Médica Brasileira a Aécio, que afirmou que não vai, se eleito, “financiar a ditadura cubana, como ocorre hoje”. O que ele pretende “é que não haja mais necessidade de estrangeiros no Brasil.”

O que propõem Dilma e Aécio para as mulheres?

Proposta petista destaca a autonomia econômica e o combate à violência contra a mulher; já o candidato tucano foca na saúde e ignora Lei Maria da Penha

Se no primeiro turno eleitoral se destacaram temas como os direitos LGBT, a legalização da maconha e a violência contra os jovens, neste segundo turno o assunto em torno das políticas públicas às mulheres deu o tom, puxado pela presidenta e candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT). Outro fator que levantou a questão foi a postura do candidato Aécio Neves (PSDB) nos debates, pois, conforme apurou a pesquisa Datafolha, o eleitorado feminino considerou “agressiva” a postura do tucano, principalmente quando chamou a presidenta de “leviana” e apontou o dedo para ela.

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